Porque é que a cibersegurança em videovigilância é o próximo grande argumento de venda?
O problema que os seus clientes de videovigilância ainda não sabem que têm.
Durante anos, a conversa com o cliente foi sempre a mesma: resolução, ângulo de visão, armazenamento, preço. Esta conversa está a mudar, e os instaladores que perceberem isto primeiro vão ter uma vantagem real sobre a concorrência. Quando um cliente pergunta "O sistema é seguro?", a resposta habitual é "Sim". Mas seguro em relação a quê? A uma intrusão física, certamente. A um ataque informático, muito raramente.
Esta lacuna é uma oportunidade comercial para o instalador que souber preenchê-la.
Três razões pelas quais a cibersegurança vai dominar a conversa nos próximos anos

1. A regulação está a apertar.
O RGPD já exige que os dados captados por sistemas de videovigilância sejam tratados com segurança. A certificação NDAA, que restringe equipamentos de determinadas origens em instalações críticas, está a tornar-se requisito em projetos públicos, hospitalares e corporativos internacionais. Os instaladores que não souberem responder a estas exigências vão perder projetos.

2. O cliente final está a fazer mais perguntas.
Os responsáveis de segurança, os gestores de locais e os departamentos de TI já falam a mesma linguagem: vulnerabilidades, patches, firmware, zero-day. Quando o cliente de um instalador tem um departamento de TI, a decisão de aprovação passou a incluir uma avaliação de cibersegurança. Sem resposta, não há aprovação.

3. Um incidente chega sempre pelo elo mais fraco.
Redes empresariais com firewalls robustas têm sido comprometidas através de câmaras de videovigilância sem proteção. O sistema deixou de ser um periférico isolado, é agora um nó da rede. E é tratado como tal pelos atacantes.
O que muda para quem instala
A cibersegurança integrada nos sistemas de videovigilância não é uma funcionalidade extra. É o novo patamar mínimo para instaladores que trabalham com clientes exigentes. Na prática, isto significa selecionar fabricantes que integrem proteção ativa no hardware, não como add-on, não como subscrição externa, mas como parte do dispositivo desde a fábrica. Outro ponto importante é também saber comunicar essa proteção ao cliente: com documentação, com certificações e com um argumento claro. O instalador que chegar ao cliente com a pergunta "o seu sistema atual está protegido contra ciberataques?" antes de a concorrência o fazer, já ganhou metade da conversa.
Na IVV Automação, acreditamos que esta mudança já está a acontecer, e queremos que os instaladores com quem trabalhamos estejam preparados. É uma das razões pelas quais passámos a distribuir a Provision-ISR: a primeira marca de videovigilância com cibersegurança integrada em parceria com a Check Point Software Technologies, certificação NDAA e em conformidade com o RGPD europeu. Não para distribuir apenas uma marca. Para dar aos nossos parceiros instaladores um argumento que a concorrência não tem.
Se quiser saber mais, fale connosco.